A música como parte
da experiência.
Ela faz parte do espaço do mesmo jeito que as plantas, o pão e a luz da manhã. Escolhida à mão, com calma, ao longo do tempo. Nunca aleatória. Nunca no volume errado.
A gente nunca ligou o rádio aqui. Nunca usou uma playlist de "café ambiente". Desde o primeiro dia, a curadoria foi parte do projeto, e foi crescendo do mesmo jeito que tudo na Massa Grossa: devagar, com critério e seguindo a nossa própria identidade musical.
Se você já sentou numa mesa nossa num sábado de manhã e ficou prestando atenção no som, saiba que tem alguém por trás disso que também fica prestando atenção. Isso aqui é o resultado de anos escutando com cuidado.
Nossa referência sonora
O universo que nos inspira. Leve pra onde você estiver.
O que você vai sentir
Blues de raiz e New Orleans
O som mais honesto que existe. Guitarra, voz, groove de chão batido. Essa é a espinha dorsal da nossa curadoria: música que veio das ruas, dos portos, das madrugadas. Um som autêntico e cheio de sentimento.
Soul vintage e R&B de época
Os anos 60 e 70 foram o auge de um jeito de fazer música que nunca voltou, e que a gente recusa a deixar ir embora. Orquestras de bolso, vozes que arranhavam, ritmos que não pediam licença. Aqui essa era vive toda semana.
Jazz que conversa
Um jazz acessível e acolhedor. O jazz que respira junto com quem está na sala: instrumental que deixa espaço, voz que foca mais na emoção do que na performance técnica. Clássicos que soam novos toda vez que tocam.
Nu-soul e o groove contemporâneo
A mesma raiz, produção de hoje. Músicos que cresceram ouvindo o que a gente ouve e resolveram fazer de novo, com mais cuidado ainda. Você não sabe o nome da faixa, mas não consegue ignorar.
Nu-jazz europeu
Berlim, Paris, Viena reimaginando o jazz com eletrônica, lounge e uma elegância discreta que não tenta se explicar. Downtempo com alma. O tipo de som que torna o ambiente ainda mais agradável.
O mundo numa tarde
Cabo Verde, Cuba, Marrocos, Mali, Brasil dos anos 60. Música que carrega sotaque, que viajou antes de chegar aqui. Cada língua diferente, o mesmo calor. Uma seleção tão viva que frequentemente faz os clientes sacarem o celular para tentar descobrir qual música está tocando.
Reggae e roots
Não o reggae de quiosque de praia. O roots de verdade: lento, grave, político às vezes. Aparece pontualmente e traz um ritmo ainda mais relaxante para o ambiente.
Folk, indie e pop com alma
Quando a playlist pede leveza sem perder personalidade. Violão, voz próxima, canções que parecem escritas pra uma pessoa só. Uma quebra de ritmo que mantém a harmonia do ambiente, escolhida a dedo para trazer leveza.
Francês, boêmio e inclassificável
Gainsbourg, chanson, canção de porto, voz que parece vir de outro século. Às vezes aparece algo que não se encaixa em nenhuma caixa, e é exatamente isso que faz sentido aqui. Afinal, nossa trilha sonora é feita de pluralidade.
Volume baixo,
presença alta.
A música não compete com a sua conversa. Ela sustenta o ambiente sem chamar atenção pra si mesma. Quando você nota (e você vai notar), é porque algo naquela faixa falou mais alto do que o esperado. É aí que a curadoria faz sentido.
A execução pública de música no estabelecimento é licenciada conforme a Lei 9.610/98 (ECAD).
